
O SnapEdit é um editor de fotos com IA da SilverAI que corre no navegador, com mais de 25 ferramentas para apagar objetos, texto, fios elétricos e fundos, além de melhoria de imagem, restauro de fotografias antigas e processamento em lote de até 50 imagens. É cobrado por uma dotação mensal de créditos e o plano gratuito exporta com marca de água.
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O SnapEdit é um editor de fotos com IA que corre no navegador e está construído em torno da subtração: a sua promessa central consiste em retirar coisas de uma imagem em vez de lhes acrescentar. A empresa apresenta-o como um editor de fotos com IA com mais de 25 ferramentas para apagar objetos e fundos, melhorar até HD e 4K e retocar a pele, sem exigir conhecimentos de edição e com até 25 créditos gratuitos por dia. O lema fixo no rodapé de todas as páginas diz-o de forma ainda mais direta: o editor de fotos com IA mais simples para retirar objetos indesejados das fotografias.
O operador é identificado diretamente nas condições de utilização: a SilverAI, aí designada por Operador, explora o sítio snapedit.app, uma aplicação web de edição de fotografias. Até aqui é claro. Menos claro é onde esta empresa se encontra de facto, e esta página reporta a divergência em vez de a resolver. As condições estabelecem que os litígios se regem exclusivamente pelo direito austríaco, com competência exclusiva do tribunal de Viena-Centro. Os dados estruturados da página de preços registam uma morada em Singapura, em 168 Robinson Rd, Singapore 068912. E a ficha do Google Play indica como responsável a SILVERAI JOINT STOCK COMPANY, com morada em Hanói, Vietname. Três canais oficiais, três jurisdições e um único nome de marca partilhado.
O produto é apenas um entre vários do mesmo criador. A página do programador na loja lista aplicações irmãs, entre elas o SnapBG para remoção de fundos, o Passport Maker para fotografias tipo passe, a câmara na nuvem SnapCare AI e o provador virtual FitRoom, o que aponta para um portefólio de aplicações e não para um único produto de bandeira.
Tratando-se de uma ferramenta de remoção, a questão dos direitos de autor não é decorativa e tem abaixo uma secção própria. Em resumo, e é pouco comum nesta categoria, as condições do SnapEdit tratam o assunto com linguagem vinculativa em vez de o deixarem ao discurso comercial — ao passo que a mesma empresa, na ficha de uma plataforma de avaliações, anuncia uma capacidade que o seu sítio principal não destaca.
A página inicial agrupa seis capacidades principais, cada uma com página própria e preço em créditos. Remove Object é descrito como uma IA de um toque que deteta e retira os detalhes indesejados da imagem. Enhance Photo eleva automaticamente a resolução e a qualidade geral de fotografias desfocadas. Remove Background vem acompanhado de mais de 100 modelos de substituição bem concebidos. AI Skin retoca a pele, eliminando borbulhas e imperfeições. Remove Text deteta e apaga automaticamente textos sobrepostos, marcas temporais e legendas. Remove Wire line limpa os fios elétricos das fotografias de exterior.
Para lá destas seis, o inventário estende-se à desfocagem de fundo, à compressão de imagens, à conversão de formatos, à substituição do céu, à colorização, ao restauro de fotografias antigas e a uma função de expansão por IA, cada uma faturada em separado.
A ferramenta de marca de água segue a direção oposta à esperada. A sua página serve para acrescentar marcas de água e não para as retirar, e é apresentada explicitamente como instrumento de proteção de direitos: uma ferramenta simples, rápida e eficaz para acrescentar a qualquer imagem marcas de água que protejam os direitos de autor, com o argumento de que a marca desencoraja quem queira roubar imagens e usá-las sem autorização. Suporta marcas de texto e de logótipo com tipo de letra, tamanho, opacidade e posição ajustáveis, e trata 50 imagens de uma vez.
A remoção de texto está circunscrita às legendas e não às marcas de água — pelo menos oficialmente. A página dedicada fala de apagar texto, legendas e subtítulos mantendo o fundo intacto, com uma IA especificamente treinada para reconhecer textos, incluindo manuscritos e desfocados. A palavra «marca de água» não surge em ponto algum do corpo dessa página.
Para empresas existem processamento em lote até 50 fotografias, remoção automática de fundos e uma API integrável diretamente nas suas aplicações e fluxos de trabalho.
O telemóvel traz funções que a web não coloca à frente. A ficha Android descreve o SUPER ERASE, que exige PRO, como um modelo especializado em retirar elementos de maior dimensão, além da substituição do céu e de filtros artísticos com efeitos de animação.
Limpar fotografias pessoais. Retirar intrusos, fios e desarrumação das imagens de férias e de família é o uso arquetípico, e a interface está otimizada para isso.
Imagens de produto para comércio eletrónico. Recorte de fundos em massa, uniformização das fotografias de produto e preparação de material para os mercados em linha: o limite de 50 por lote e a API visam exatamente esse terreno.
Preparação de conteúdos para redes sociais. Retirar elementos que distraem e subir a qualidade antes de publicar, tendo presente que as exportações gratuitas levam marca de água e ficam nos 1600 píxeis.
Proteger as suas próprias imagens. A ferramenta de acrescentar marca de água é um caso de uso por direito próprio para fotógrafos e marcas que queiram assinalar o trabalho antes de o publicar.
Restaurar fotografias de família. O restauro de fotografias antigas custa 2 créditos, e as avaliações no Google Play citam repetidamente a recuperação de imagens familiares antigas e de má qualidade como aquilo que mais valorizaram.
Retirar legendas e marcas temporais. Limpar datas gravadas ou legendas de capturas de ecrã e de ficheiros de câmaras antigas é um fluxo distinto com ferramenta própria.
Imobiliário e viagens. A empresa aponta estes setores entre os seus destinatários, e retirar fios, desarrumação e elementos que distraem melhora realmente uma fotografia de anúncio.
Passo 1 — Confirme que tem o direito de editar a imagem. É um passo jurídico e não técnico, e as condições fazem dele a sua obrigação prévia: garante possuir todos os direitos necessários para tratar as fotografias que carrega.
Passo 2 — Vá diretamente à ferramenta concreta em vez de a um editor geral. Cada capacidade tem a sua página e o seu preço em créditos, e acertar logo evita gastá-los à toa.
Passo 3 — Carregue por arrastamento ou colagem. As ferramentas aceitam formatos de imagem comuns como JPG e PNG, com um atalho para colar.
Passo 4 — Deixe correr primeiro a deteção automática e corrija depois à mão. Os testes independentes acharam limitada a via automática — a IA automática só oferece a opção de retirar pessoas —, pelo que o pincel manual acaba muitas vezes por ser o fluxo real.
Passo 5 — Escolha o tamanho do pincel de forma deliberada. Segundo os ensaios, pincel e borracha ajustam-se entre 10 e 100 píxeis, com anular e refazer disponíveis.
Passo 6 — Compare com o original antes de descarregar. O controlo View Original permite confrontar a edição com a fonte, o que importa porque o preenchimento por IA nem sempre convence nas margens.
Passo 7 — Verifique o seu teto de exportação antes de começar. As contas gratuitas exportam em qualidade padrão (máximo 1600 píxeis) e com marca de água; os planos pagos sobem para a melhor qualidade (máximo 5600 píxeis) sem marca.
Passo 8 — O processamento em lote só existe pagando. É uma funcionalidade dos planos pagos e o gratuito não a pode usar, qualquer que seja o saldo de créditos.
Passo 9 — Lembre-se da separação de plataformas antes de subscrever. Uma subscrição web não passa para as aplicações móveis, conforme se detalha na secção dos preços.
Conte os créditos por ferramenta e não por imagem. Os preços por ação estão publicados e variam até oito vezes: apagar objeto, texto ou fundo, substituir o céu e colorizar custam 1 crédito cada, ao passo que o restauro, o AI Skin e a expansão por IA custam 2, a melhoria mágica 4, e a ampliação 8X e o AI Flash 8 cada.
Não planeie produção com o plano gratuito. Dez créditos por mês, um teto de 1600 píxeis e uma marca de água em cada exportação fazem dele uma dotação de avaliação e não de trabalho.
Saiba que funções estão simplesmente desligadas abaixo do PRO. A melhoria mágica e o AI Super Remove não estão disponíveis nem no gratuito nem no Standard, e as ampliações 4X e 8X, tal como o AI Flash, não estão de todo disponíveis no gratuito.
Coloque a marca de água antes de publicar, não depois. Se o objetivo é proteger o seu trabalho, a ferramenta existe precisamente para isso e resolve 50 imagens de uma passagem.
Verifique o valor que lhe é efetivamente cobrado. A página de preços mostra equivalentes mensais de 6 e 12 dólares, ao passo que os seus próprios dados estruturados indicam o Standard a 10,00 dólares por mês e o Pro a 20,00, ou seja 72,00 e 144,00 ao ano. Guie-se pelo total do pagamento e não pelo valor em destaque.
Perceba que os créditos não usados só sobrevivem enquanto durar a subscrição. A empresa escreve que os créditos por usar transitam enquanto estiver subscrito, o que não é o mesmo que mantê-los depois do cancelamento.
Trate os testemunhos da página inicial como marketing e não como prova. O mesmo bloco de citações repete-se literalmente várias vezes ao longo da página, sob nomes genéricos e sem fonte verificável.
Tenha presente a janela de eliminação de uma hora com imagens sensíveis. É uma vantagem real de privacidade, mas significa também que a plataforma não é um local de armazenamento: descarregue o que precisar.
Para utilizadores ocasionais que limpam fotografias pessoais e querem resolver um ponto concreto sem aprender um editor completo. As páginas de propósito único respondem bem a isso.
Para pequenos vendedores em linha e lojistas que uniformizam imagens de produto: o recorte de fundos aliado ao processamento em lote cobre quase toda a necessidade a baixo custo.
Para criadores de conteúdos sociais que precisam de retirar depressa o que distrai e subir a qualidade, desde que subscrevam para se livrarem da marca de água.
Para fotógrafos que protegem o próprio trabalho, através da ferramenta de acrescentar marca de água e não das de remoção.
Para quem recupera arquivos familiares, onde restauro e melhoria se combinam numa tarefa frequente e de grande valor afetivo.
Para programadores que precisam de edição programática através da API, com a ressalva de que as suas condições impõem obrigações mais pesadas, incluindo indemnização e direitos de auditoria.
Para quem não é. Quem precise de recurso efetivo junto da empresa deve olhar para o limite de responsabilidade. Quem espere cobrir web e telemóvel com uma só subscrição ficará desiludido com a separação. Os profissionais que precisem de exportações grandes não podem usar de todo o plano gratuito. E quem pretenda retirar marcas de água ou logótipos de imagens que não lhe pertencem situa-se fora do que as condições permitem, independentemente de a ferramenta ser tecnicamente capaz.
O SnapEdit corre no navegador sem instalação e disponibiliza aplicações móveis nas duas grandes lojas. A ficha do Google Play confirma compatibilidade com telemóvel e tablet, uma classificação Everyone, e assinala que a aplicação contém publicidade e compras integradas.
O acesso às ferramentas está organizado em páginas web separadas e não num editor único, com caminhos próprios para remover objetos, texto, fios e fundos, para a melhoria de imagem, o AI Skin, acrescentar marca de água, desfocar o fundo, comprimir e converter formatos, além das páginas de índice de ferramentas, preços, API e fluxos de trabalho.
O suporte a formatos abrange os tipos comuns, e as próprias perguntas frequentes da empresa confirmam que aceitam JPG e PNG.
As aplicações móveis são mantidas de forma ativa: a ficha mostra uma atualização de 7 de agosto de 2026 na categoria Fotografia.
Uma limitação de plataforma merece destaque porque determina diretamente o que o seu dinheiro compra: as subscrições de web e de telemóvel estão separadas. As condições assinalam que o SnapEdit Pro não está disponível em várias plataformas de momento, pelo que o acesso profissional no sítio não se aplica às aplicações iOS e Android.
O SnapEdit vende-se em três escalões com dotação de créditos. A página de preços mostra o Free a 0 dólares, o Standard a 6 dólares por mês e o PRO a 12 dólares por mês na base anual equivalente, indicando que se pode cancelar a qualquer momento e que os créditos por usar transitam enquanto a subscrição durar. Os dados estruturados dessa mesma página registam o Standard a 10,00 dólares mensais e 72,00 anuais e o Pro a 20,00 mensais e 144,00 anuais — ambos os conjuntos são reportados aqui porque os valores visíveis são equivalentes mensais anualizados enquanto os dados estruturados separam o mensal do anual.
As dotações diferem com nitidez. O Free oferece 10 créditos por mês. O Standard oferece 4800 créditos por ano. O PRO oferece 18 000 créditos por ano.
O facto de os limites do plano gratuito virem escritos e não escondidos conta a favor da empresa: exportação em qualidade padrão (máximo 1600 píxeis), funcionalidades não IA ilimitadas, funcionalidades de IA limitadas, exportação ilimitada com marca de água e sem remoção de publicidade. Os planos pagos abrem todos os serviços de IA, a ampliação 8X, a ausência de marca de água, a exportação na melhor qualidade (máximo 5600 píxeis), o processamento em lote e a remoção de publicidade, acrescentando o PRO o AI Super Remove, a melhoria mágica, melhoria de vídeo em resolução superior e acesso PRO no telemóvel.
Os custos por ação estão publicados na íntegra, o que torna o orçamento transparente: 1 crédito para remover objeto, texto, linha ou fundo, substituir o céu, desfocar o fundo, colorizar e corrigir a luz automaticamente; 2 créditos para a melhoria 2X, a melhoria artística, o restauro, o AI Skin, a expansão por IA e o AI Super Remove; 4 créditos para a melhoria 4X e a melhoria mágica; 8 créditos para a ampliação 8X e o AI Flash.
Algumas funcionalidades não são apenas racionadas, mas fechadas por escalão. Na tabela comparativa, as ampliações 4X e 8X e o AI Flash surgem como indisponíveis no gratuito, enquanto a melhoria mágica e o AI Super Remove o são tanto no gratuito como no Standard.
Duas cláusulas merecem atenção antes de subscrever. Não há reembolso em caso de cessação: se houver uma subscrição ativa quando a conta é encerrada, o tempo restante não é devolvido. E, como se assinalou, uma subscrição web não se estende às aplicações móveis.
O Cleanup.pictures é a comparação mais direta para remoção de objetos e texto e aparece ao lado do SnapEdit na mesma resenha independente. É mais estreito, mas concentra-se exatamente na mesma tarefa central.
O preenchimento generativo do Photoshop e as ferramentas de remoção assentes no Firefly são bastante mais capazes e dão controlo real sobre o que é preenchido, ao preço de uma subscrição consideravelmente mais cara e de uma curva de aprendizagem mais dura.
O Photoroom concorre com mais força no comércio eletrónico, com o centro de gravidade nos fluxos de fotografia de produto e na substituição de fundos e não na limpeza geral.
A borracha mágica do Canva ganha quando a edição é apenas um passo dentro de um trabalho de design que já decorre no Canva.
A borracha mágica do Google Fotos e as ferramentas da galeria da Samsung são gratuitas e já estão no aparelho para muita gente; para uma limpeza corrente, dispensam por completo o recurso a um serviço à parte.
O Pixlr e o Fotor ocupam terreno semelhante enquanto editores generalistas de navegador que integram a remoção por IA num conjunto mais amplo.
A forma honesta de decidir: se quer páginas de propósito único que resolvam depressa e barato uma tarefa de remoção, o formato do SnapEdit assenta bem. Se precisa de controlo preciso sobre a maneira como o vazio é preenchido, ou de resultado profissional em grandes dimensões, um editor completo servirá melhor.
A questão dos direitos de autor é o ponto mais importante desta página, e tem três facetas que não coincidem por inteiro.
O que dizem as condições. De forma pouco habitual nesta categoria, as condições do SnapEdit tratam a questão dos direitos diretamente e em linguagem vinculativa e não num artigo de blogue. A cláusula 3.2 coloca a obrigação no utilizador: este garante possuir todos os direitos necessários (direito de autor, direitos conexos, direitos de propriedade industrial, direitos de marca) para tratar as fotografias carregadas. A secção de usos proibidos nomeia depois o ato exatamente em causa, proibindo contornar, iludir, anular, modificar, adulterar ou desativar qualquer sistema de proteção de conteúdos, qualquer gestão de direitos digitais e qualquer funcionalidade de segurança do serviço. Veda em separado o conteúdo que viole direitos de terceiros, incluindo expressamente os de propriedade intelectual, privacidade e imagem. Retirar uma marca de água de direitos de autor de uma imagem que não se possui não é, portanto, uma zona cinzenta ao abrigo destas condições.
O que o sítio principal promove. A ferramenta oficial de marca de água acrescenta-as e apresenta-se como proteção dos direitos de autor sobre os seus conteúdos. A sua página de remoção de texto limita-se a textos sobrepostos, marcas temporais e legendas, e nunca menciona marcas de água.
O que a empresa diz noutro sítio. Na sua própria ficha do Trustpilot, a descrição redigida pela empresa anuncia a capacidade inversa: remoção de texto, removedor de marcas de água, borracha de texto, remoção de logótipo. Os testes independentes corroboram a capacidade, com o MakeUseOf a incluir entre as virtudes que consegue remover texto que vai de marcas de água a logótipos, pessoas e objetos.
Leitura prática: a ferramenta sabe fazê-lo, a empresa já anunciou que sabe fazê-lo, e o contrato que aceita diz que não o deve fazer sobre material sobre o qual não tem direitos. A exposição jurídica recai inteiramente sobre o utilizador.
A responsabilidade tem um limite muito baixo. Fica excluída qualquer garantia sobre os resultados e a disponibilidade, o operador declina responsabilidade por velocidade, disponibilidade, perda de dados e exatidão dos resultados, e a sua responsabilidade fica em qualquer caso limitada a 100,00 euros.
O serviço pode ser cortado sem aviso. As condições reservam o direito, sem aviso prévio e sem responsabilidade, de suspender ou fazer cessar o acordo.
O resultado do plano gratuito não serve para a maioria do trabalho real. Dez créditos por mês, um teto de 1600 píxeis, uma marca de água em cada exportação e publicidade na interface significam, no conjunto, que o plano gratuito avalia o produto em vez de permitir produzir com ele.
As subscrições não atravessam as plataformas. Pagar na web não desbloqueia o PRO em iOS ou Android, algo fácil de passar ao lado e que afeta realmente o valor.
As classificações das lojas não batem certo com os números da empresa, e uma não pôde sequer ser verificada. A página inicial anuncia uma classificação média de 4,8/5 na App Store sem dimensão de amostra. Os dados estruturados da página de preços registam 4,5 em 49 234 classificações. A verificação direta da ficha do Google Play deu 4,4 estrelas em 84,7 mil avaliações e mais de 10 milhões de descargas. A ligação para a App Store publicada na própria página inicial do SnapEdit conduzia, no momento da verificação, a uma página de entrada da loja e não à aplicação, pelo que aqui não se verifica qualquer classificação de iOS e o número 4,8 não é utilizado.
O volume de avaliações de terceiros é demasiado pequeno para julgar. A ficha do Trustpilot mostra 2,1 em apenas 13 avaliações, repartidas por 38 % de cinco estrelas, 0 % de quatro, 0 % de três, 8 % de duas e 54 % de uma. Fica abaixo de qualquer limiar razoável para concluir sobre qualidade, e regista-se aqui como facto e não como veredicto. A ficha está reclamada, mas a plataforma adverte que a empresa não convidou clientes recentemente, pelo que as avaliações podem não ser representativas, e que não respondeu às negativas.
Os testemunhos da página inicial não têm valor probatório. O mesmo conjunto de citações repete-se literalmente pelo menos quatro vezes ao longo da página, atribuído a nomes genéricos como Hellena John, Michael Chen e Emma Rodriguez, com etiquetas do género «iOS user» e sem fonte rastreável.
Os testes independentes encontraram limites reais no fluxo de trabalho. O modo automático é estreito — a IA automática só oferece retirar pessoas —, os utilizadores gratuitos só podem descarregar imagens médias e precisam de conta pro para as grandes, e não é possível mover a imagem para cima e para baixo com a ampliação ativa.
Há utilizadores que relatam alterações que retiraram controlo. Uma avaliação do Google Play marcada como útil por 40 pessoas queixa-se de que uma remodelação tornou impossível a substituição de fundos e deixou apenas modelos inúteis, enquanto outra descreve modelos que removem o fundo por si sem hipótese de recuar. Já outra avaliação, marcada como útil por 313 pessoas, elogia bastante a precisão da remoção, pelo que o quadro é de facto misto.
O tratamento de dados no telemóvel difere da política da web. A secção de segurança dos dados na loja indica que a aplicação pode partilhar informação da aplicação e de desempenho com terceiros, que pode recolher atividade na aplicação, essa mesma informação e identificadores do dispositivo, que os dados são cifrados em trânsito e — ponto de nota — que os dados não podem ser eliminados.
O seu endereço IP é conservado. As condições preveem que o operador possa guardar o endereço IP do utilizador para verificar uma utilização intensiva da plataforma.
Dois compromissos jogam claramente a favor do utilizador e merecem o mesmo espaço. Quanto às imagens, a política de privacidade é concreta e breve: o mais tardar cerca de uma hora após o carregamento são eliminadas tanto a imagem enviada como a resultante, juntamente com os dados de rosto, e a empresa declara que não as partilha com terceiros, não as publica e nada mais faz com elas. Quanto à titularidade, as condições são inequívocas: mantém todos os direitos e a propriedade dos seus conteúdos, a empresa não reclama nenhuma, e nas funções generativas a entrada e a saída são suas. O tratamento assenta no RGPD e no direito austríaco.
As funções generativas têm linhas vermelhas de conteúdo. As condições proíbem carregar, gerar ou distribuir conteúdo que facilite a exploração ou o abuso de crianças, bem como conteúdo que retrate violência gratuita.
Os utilizadores da API assumem mais. Além dos limites de utilização justa quanto a chamadas simultâneas, têm de indemnizar a empresa por todos os custos, perdas, responsabilidades, danos, reclamações e despesas decorrentes de um incumprimento, e aceitar a suspensão sem aviso a par de direitos de auditoria e inspeção.
Tecnicamente sim: os testes independentes confirmam que consegue apagar texto que vai de marcas de água a logótipos, e a própria empresa anunciou um «removedor de marcas de água» na descrição da sua ficha do Trustpilot. Mas o sítio principal promove apenas uma ferramenta para as acrescentar, e as condições proíbem contornar sistemas de proteção de conteúdos e exigem que possua todos os direitos necessários sobre o que carrega. Fazê-lo sobre material que não lhe pertence viola o acordo que aceita.
As condições apontam a SilverAI como operadora. Para lá disso o quadro é misto: o contrato aplica direito austríaco com competência em Viena, os dados estruturados do sítio registam uma morada em Singapura, e o Google Play indica a SILVERAI JOINT STOCK COMPANY em Hanói, Vietname. Os três são reportados aqui sem tentativa de conciliação.
10 créditos por mês, exportações limitadas a 1600 píxeis, marca de água em cada exportação, funcionalidades de IA limitadas e publicidade na interface. As funcionalidades não IA são ilimitadas. Chega para avaliar a qualidade em algumas imagens, não para produzir.
A página de preços mostra 6 dólares por mês para o Standard e 12 para o PRO em base anualizada, enquanto os seus dados estruturados indicam o Standard a 10,00 dólares mensais ou 72,00 anuais e o Pro a 20,00 mensais ou 144,00 anuais. O Standard inclui 4800 créditos por ano e o PRO 18 000.
Por ação, a preços publicados. Remover objeto, texto ou fundo e várias outras custam 1 crédito cada; o restauro, o AI Skin e a expansão por IA custam 2; a melhoria mágica 4; e a ampliação 8X ou o AI Flash 8 cada.
São. As condições estabelecem que mantém todos os direitos e a propriedade dos seus conteúdos e que a empresa não reclama nenhuma, cabendo-lhe a entrada e a saída das funções generativas. Isso é distinto da questão de saber se tinha o direito de editar a imagem de origem.
A política de privacidade indica que a imagem carregada e o resultado são eliminados o mais tardar cerca de uma hora após o carregamento, juntamente com os dados de rosto, que as transferências são cifradas por SSL/TLS e que as imagens não são partilhadas com terceiros nem publicadas. Note em separado que a declaração de dados da aplicação móvel na loja descreve um quadro diferente para a telemetria alheia às imagens.
Não. As condições afirmam explicitamente que o Pro não está disponível em várias plataformas, pelo que o acesso profissional do sítio não se aplica às aplicações iOS e Android. Ajuste o orçamento se precisar de ambas.
Trate-as com cautela. O 4,8/5 da página inicial não traz dimensão de amostra e não pôde ser verificado, e os dados estruturados do próprio sítio (4,5 em 49 234) não coincidem com a ficha do Google Play verificada em primeira mão em 4,4 sobre 84,7 mil avaliações. O mural de testemunhos repete as mesmas citações sob nomes genéricos.
As condições preveem que, se a sua conta for encerrada com uma subscrição ativa, não receberá reembolso pelo tempo restante. Nas compras feitas através das lojas de aplicações móveis aplicam-se os respetivos procedimentos habituais de reembolso e não os da empresa.