
AI at Meta é o portal oficial onde a Meta publica seu trabalho em inteligência artificial: o assistente Meta AI no celular, na web, no desktop e nos óculos, a família de modelos Muse do Meta Superintelligence Labs, e pesquisas abertas como Segment Anything 2, DINOv3 e V-JEPA 2. É uma porta de entrada para explorar e baixar, não um produto único que se assina.
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O AI at Meta é o portal oficial hospedado em ai.meta.com, onde a Meta publica tudo o que faz em inteligência artificial. Vale ser preciso quanto à categoria, porque o engano é fácil: isto não é uma ferramenta única na qual você se cadastra e começa a usar. É uma porta de entrada. Atrás dela existem três tipos bem distintos de conteúdo — produtos de consumo, modelos de fronteira e pesquisa aberta — e cada um deles vive em outro lugar assim que você clica. A navegação já diz que tipo de site é este: Products, AI Research, Resources, About e AI Developers.
A descrição do próprio site resume a estrutura com precisão: usar o Meta AI para responder perguntas, criar imagens e concluir tarefas, de graça, além de pesquisa, modelos e ferramentas para quem desenvolve. Decomponha essa frase e você terá o conjunto. Um assistente de consumo, gratuito para usar. Um corpo de pesquisa e uma linha de modelos. E uma trilha para desenvolvedores. O portal é o índice; o uso real acontece no aplicativo Meta AI, em meta.ai, dentro do WhatsApp ou do Instagram, ou num repositório que você clona.
Por baixo há uma filosofia declarada sem rodeios. A Meta apresenta seu objetivo como levar a superinteligência pessoal a todas as pessoas, colocando esse poder nas mãos delas para que o dirijam ao que valorizam na própria vida — posição que a empresa contrapõe explicitamente à de quem, no setor, acredita que a superinteligência deveria ser direcionada de forma centralizada para automatizar todo trabalho de valor. Concorde-se ou não com essa previsão, é a ideia organizadora sobre a qual o portal foi construído e explica por que produtos de consumo e pesquisa fundamental convivem no mesmo domínio.
A autodescrição institucional é ampla. A página About formula a missão como o avanço da IA para um mundo conectado, abrangendo infraestrutura de IA, IA generativa, processamento de linguagem natural e visão computacional, e enfatiza compartilhar a pesquisa e engajar-se com a comunidade em vez de trabalhar sozinha. Na prática, quem chega com uma pergunta específica — qual modelo usar, se o assistente custa dinheiro, se dá para baixar os pesos — encontra um site desenhado para atender ao mesmo tempo pesquisadores, desenvolvedores e usuários comuns de celular.
O portal em si é um site comum, que abre em qualquer navegador, mas os produtos para os quais ele aponta têm detalhes de plataforma que vale conhecer. O Meta AI está disponível em iOS e Android, na web, no desktop, em óculos com IA e dentro do Facebook, Messenger, Instagram e WhatsApp. Na App Store, o assistente é publicado pela Meta Platforms, Inc. na categoria Produtividade, com cerca de 4,7 estrelas a partir de mais de 212 mil avaliações, e exige iOS 17.2 ou posterior. A interface é oferecida em 39 idiomas e a versão atual foi atualizada em agosto de 2026. No Google Play, o mesmo assistente aparece em Produtividade com 4,6 estrelas sobre aproximadamente 2,25 milhões de avaliações e mais de 100 milhões de downloads, com selo de compras no aplicativo. Existe um cliente de desktop para Mac em beta, capaz de apontar para qualquer janela da tela para ajudar no que você está fazendo ou servir de ditado em qualquer aplicativo. Nos óculos, a Meta afirma que a experiência agora é movida pelo Muse Spark e cobre perguntas sem usar as mãos, tradução em tempo real e descrição do ambiente, com uma parceria com a EssilorLuxottica por trás do hardware. Uma nota sobre o histórico da loja: a ficha da App Store remonta a setembro de 2021, bem antes de o assistente atual assumir a forma de hoje — é metadado de loja, não uma afirmação sobre o conjunto de recursos atual.
A Meta afirma com clareza no portal que dá para usar o Meta AI de graça para responder perguntas, criar imagens e concluir tarefas, e as lojas corroboram esse ponto de entrada: a App Store indica o preço Free e o Google Play mostra mais de 100 milhões de downloads sem custo de instalação. Dito isso, o Google Play também traz o selo de compras no aplicativo, então grátis para instalar não significa que nada lá dentro seja pago. A Meta não publica neste portal uma tabela de assinaturas para consumidores: não há página de preços listando níveis, cotas ou valores mensais, e as entradas de FAQ da página do assistente que tratariam do custo diretamente são carregadas na interação e não puderam ser recuperadas. Do lado de desenvolvedores o quadro é igualmente incompleto, e de propósito: no lançamento, o Muse Spark estava disponível em meta.ai e no aplicativo Meta AI, com uma API aberta apenas como prévia privada para usuários selecionados, e o post oficial não publicou tarifas. Artigos de terceiros muito compartilhados citam preços específicos por milhão de tokens, mas nem o blog da Meta nem a cobertura jornalística de referência os confirmam, de modo que não são repetidos aqui. O resumo honesto é este: o assistente é gratuito para começar, existem algumas compras no aplicativo e as condições comerciais formais da API não estão documentadas neste portal. Consulte o site oficial e o espaço de desenvolvedores da Meta antes de orçar qualquer coisa com base nisso.
Não, e essa é a coisa mais importante a entender. O AI at Meta é o portal oficial de IA da Meta — um índice dos produtos, modelos e pesquisas da empresa. Não há conta a criar aqui. Ao clicar em Try Meta AI, você é transferido para o aplicativo Meta AI ou para meta.ai, e ao seguir um link de pesquisa acaba num artigo ou num repositório de código.
O portal afirma diretamente que você pode usar o Meta AI de graça para responder perguntas, criar imagens e concluir tarefas, e as duas lojas listam o assistente como download gratuito. Ainda assim, o Google Play também exibe o selo de compras no aplicativo, ou seja, existem itens pagos lá dentro. Como a Meta não publica tabela de preços de consumo neste portal, a fronteira exata entre gratuito e pago não fica documentada aqui.
Muse é a família atual de modelos da Meta; Meta AI é o produto assistente que as pessoas realmente usam. O Muse Spark é o modelo de raciocínio, o Muse Image e o Muse Video cobrem geração de mídia, e o Muse Code é um agente de programação em terminal apresentado com o Muse Spark 1.2. Em resumo, Muse é o motor e Meta AI é o carro.
O Llama continua sendo a linha de código aberto e ainda sustenta a página de código aberto da Meta, incluindo o Llama Impact Program. O trabalho de fronteira, porém, migrou para a família Muse, saída do Meta Superintelligence Labs. A imprensa independente situa o Muse Spark como o primeiro modelo do Meta Superintelligence Labs, grupo liderado pelo ex-presidente-executivo da Scale AI, Alexandr Wang, e liga a criação do laboratório à insatisfação com o avanço competitivo do Llama.
Para a linha Muse, não dá para responder a partir deste portal. O post oficial de lançamento do Muse Spark descreve capacidades e disponibilidade, mas nada diz sobre pesos abertos, e os exemplos da página de código aberto continuam sendo o Llama e os lançamentos do FAIR. Se pesos abertos forem requisito do seu projeto, verifique a licença do modelo específico em vez de se apoiar na postura geral da Meta.
Em iOS e Android, na web, numa beta de desktop para Mac, nos óculos com IA da Meta e dentro do Facebook, Messenger, Instagram e WhatsApp. A experiência nos óculos é descrita como movida pelo Muse Spark e cobre perguntas sem as mãos, tradução em tempo real e descrição do que está à sua volta.
No lançamento do Muse Spark, a Meta disse que o modelo estava disponível em meta.ai e no aplicativo Meta AI, com uma API aberta como prévia privada para usuários selecionados. O post oficial não publicou tarifas. Circulam artigos de terceiros com preços específicos por token, mas nem os materiais da própria Meta nem a cobertura jornalística de referência os confirmam, então trate-os como não verificados.
Um corpo considerável. A página About destaca o Segment Anything 2 para segmentar objetos em vídeo e imagem, o DINOv3 para backbones visuais auto-supervisionados, o V-JEPA 2 como modelo de mundo treinado em vídeo e o Movie Gen para modelos fundacionais de mídia. As publicações e a organização facebookresearch no GitHub são acessadas pelo rodapé do site.
A Meta oferece os Incognito Chats, descritos como um espaço privado cujas mensagens são processadas num ambiente seguro que ninguém, nem a própria Meta, consegue acessar. Fora desse modo, a seção de segurança de dados do Google Play informa que o aplicativo pode coletar localização, informações pessoais e outras doze categorias, com criptografia em trânsito e possibilidade de pedir exclusão. Note ainda que os links jurídicos do portal levam às políticas gerais da Meta, e não a termos específicos do site.
Duas diferenças são estruturais, não publicitárias. A primeira é a distribuição: o Meta AI já está dentro do WhatsApp, Instagram, Messenger e Facebook, de modo que para muita gente não há nada a instalar. A segunda é a ancoragem: o Meta AI pode citar publicações públicas do Instagram, do Facebook e do Threads, algo que nenhum concorrente consegue. Em contrapartida, os rivais publicam preços e documentação de API mais claros, e para quem desenvolve e precisa de condições comerciais documentadas hoje, essa lacuna pesa.